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A CNV promove maior profundidade no escutar, fomenta o respeito e a empatia e provoca o desejo mútuo de nos entregarmos de coração

 

Embora possamos não considerar “violenta” a maneira de falarmos, nossas palavras não raro induzem à mágoa e à dor, seja para os outros seja para nós mesmos.

 

A Comunicação Não-Violenta (CNV) nos guia no processo de reformular a maneira pela qual nos expressamos e ouvimos os outros.

 

O método foi desenvolvido pelo psicólogo Marshall Rosenberg e sua equipe para ajudar as pessoas a se comunicar de forma mais consciente e, assim, estabelecer conexões mais profundas em seus relacionamentos.

 

Ela não tem nada de novo: tudo que foi integrado à CNV já era conhecido havia séculos. O objetivo é nos lembrar do que já sabemos – de como nós, humanos, deveríamos nos relacionar uns com os outros – e nos ajudar a viver de modo que se manifeste concretamente esse conhecimento.

 

Seu principal mérito é nos ensinar a nos colocarmos no lugar do outro, desenvolvendo a empatia, que é de grande ajuda até em casos mais difíceis de ruptura e má comunicação.

 

A Comunicação Não-Violenta não é uma estratégia que se possa utilizar hoje e descartar amanhã, nem é algo que nos torne dóceis ou facilmente influenciáveis. Trata-se, isto sim, de incluir atitudes positivas no lugar das atitudes negativas que nos dominam.

 

A CNV significa permitirmos que venha à tona aquilo que existe de positivo em nós e que sejamos dominados pelo amor, respeito, compreensão, gratidão, compaixão e preocupação com os outros.

 

Quando nos entregamos de coração, nossos atos brotam da alegria que surge e resplandece sempre que enriquecemos de boa vontade a vida de outra pessoa. Isso beneficia tanto quem doa quanto quem recebe.


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