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Trabalhar com o que gosta ou ganhar bem? Ao contrário de seus pais, uma boa renumeração não é a principal prioridade dos jovens

 

Um estudo da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), fez essa pergunta para 801 jovens entre 18 e 24 anos, da chamada Geração Z. A resposta deles é bem diferente do que provavelmente seus pais responderiam.

 

Ganhar bem não é a principal prioridade dos jovens quando eles pensam sobre os desejos que têm sobre sua vida profissional. Uma boa remuneração é a 4ª na lista de prioridades – atrás de trabalhar com o que se gosta, ter equilíbrio entre a vida profissional e pessoal e ser reconhecido pelo que faz.

 

Os números também mostram que, para os jovens, assumir um cargo de liderança é a última das prioridades na lista dos indicativos de sucesso profissional.

 

Veja abaixo as respostas mais citadas (os valores não somam 100% porque os entrevistados podiam escolher mais de uma alternativa):

 

  • - ser reconhecido pelo que faz (32,3%)
  • - ganhar bem (31,2%)
  • - estar onde pode aprender (25,4%)
  • - ter negócio próprio (19,4%)
  • - ter carreira em grande empresa (16,4%)
  • - ter cargo de liderança (11,3%)

 

O estudo também perguntou aos jovens o que eles consideram essencial para ser um adulto feliz e realizado. Em uma lista com cerca de 20 opções, eles poderiam escolher até 3. No topo da lista ficaram desejos relacionados à vida financeira e profissional, como ter uma casa própria, sucesso no trabalho e fazer o que gosta. Enquanto isso, a resposta “casar” ficou na 12ª posição e “encontrar um grande amor”, na 16ª.

 

Veja abaixo a lista de prioridades dos jovens, segundo a pesquisa:

 

  • - ter uma casa própria (20,5%)
  • - ter sucesso no trabalho (18%)
  • - trabalhar com o que gosta (17,9%)
  • - ter paz interior (16,8%)
  • - ser feliz na profissão (14,5)
  • - ficar rico (14,4%)
  • - viajar (14,1%)
  • - ficar com amigos e família (14%)
  • - ter negócio próprio (13,3%)
  • - ter tempo livre (11,9%)
  • - poder comprar as coisas que gosto (11,6%)

 

Por outro lado, são aspectos menos relevantes para a felicidade:

 

  • - casar (11,1%)
  • - fazer ou ter feito uma faculdade (10,9%)
  • - ter poupança/ juntar uma reserva de dinheiro (10,6%)
  • - ter estabilidade no trabalho, trabalhar anos na mesma empresa (10,3%)
  • - encontrar um grande amor (8,7%)
  • - ter filho(s) (8,5%)
  • - falar vários idiomas (8,5%)
  • - sair da casa dos meus pais (7,9%)
  • - ter carro (6,7%)

 

Orientação de carreira

 

Em meio a tantas opções de carreira, à valorização do propósito e do trabalho com sentido, muitas pessoas se sentem desorientadas sobre que caminho seguir. Seja na escolha da faculdade, de cursos de pós-graduação até mesmo a decisões em momentos cruciais do trabalho.

 

Muitas orientações vocacionais focam em testes para detectar que profissões os jovens podem atuar, mas elas não trabalham o que a professora Eliana Cipriano fará no programa super especial: Orientação de Carreira, na VRS Academy: autoconhecimento, valores, propósito. 

 

Venha para essa oficina, com 3 encontros, cheios de vivências, ferramentas, discussão para encontrar uma bússola na sua carreira.

 


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